Chamam à música instrumental “clássica” e “erudita”.
“Clássica”, ainda percebo: foi composta antes das outras. Embora tudo o que tenha mais de 50 anos, nos parece “clássico”.
Agora “erudita”, não entendo de todo: então se até o “bronco” do Artur Jorge vê jogos de futebol a ouvir a Antena 2 (mistura jeitosa; gostaria de ver no que dá…), o que será dele? Terá sido promovido a “erudito”?
Aqui fica um exemplo de como, às vezes, esses dois “incompatíveis” mundos do "clássico" e do "moderno" se juntam em boas combinações.
Versão remix do quarteto para cordas n.º 1 de Samuel Barber: