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| Em nome do Povo, do Pão e da Pátria! |
É fascinante verificar o agrado descontrolado dos “trabalhadores” (dos seus “verdadeiros” representantes) pela paralisação económica e social que estes dias provocam. É tão bonito reparar nos “jornais que ficam por vender nas bancas”, nas filas imensas das paragens de autocarro e comboio, nas escolas sem professores, nos correios por abrir, no trânsito matinal suplementar…
Se juntarmos a isto as belíssimas “pontes” que se podem construir com estes eventos, ainda para mais seguidas de outros “viadutos” nas semanas que se seguem, chegamos sem hesitação ao “dia histórico” que o de hoje representa, à “vitória“ da plebe “oprimida”, na “luta” da classe operária, contra o “grande”, médio, pequeno, nenhum “capital”. Em geral, contra os que querem trabalhar, os ricos, os pobres, os assim-assim – os que se entregam ao “privado”.
O “direito à greve”, Fundamentalmente consagrado no “Estado dos direitos”, tornou-se um luxo. Razão pela qual apenas a função pública, à sombra do trabalho “precário“ e dos salários em atraso, tem folga para se prestar a estes happenings.
Tudo, sem grande esforço…
