O Governo grego, enquanto prepara uma justificação convincente a apresentar aos seus parceiros europeus para a convocação do afamado referendo popular ao perdão de mais metade da dívida pública que tenta gerir e delineia a estratégia para se livrar do duro fardo em que se viu investido, decidiu destituir e substituir todas as chefias militares.
Talvez os ditos camaradas estivessem a engendrar coisa parecida a um golpe, que poderia ser de teatro ou mesmo de estado. Ou então, simplesmente, estivessem a dar ouvidos ao camarada “tuga” Vasco Lourenço que julga qualquer praça europeia como a Tahrir egípcia.
Cenário tristíssimo nesta Europa sem rumo…
